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Austrália/ aviação

Voo MH370 estava em piloto automático, dizem autoridades australianas

O vice-primeiro-ministro da Austrália, Warren Truss.
O vice-primeiro-ministro da Austrália, Warren Truss. Reuters/B Mathur/Files

O voo da Malaysia Airlines, que desapareceu sem deixar rastros no dia 8 de março com 239 pessoas a bordo, estava provavelmente no piloto automático quando caiu no oceano Índico. A informação foi revelada na manhã desta quinta-feira (26) pelo vice-primeiro-ministro australiano, Warren Truss.

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A Austrália coordena as buscas pelo Boeing 777. Durante a entrevista, o vice-premiê disse que foi definida uma nova zona de buscas pelo avião, mais ao sul, com a ajuda da análise de novos dados de satélites e radares.

Warren Truss declarou que a aeronave estava provavelmente no piloto automático porque, caso contrário, a rota não poderia ter sido corretamente identificada pelos satélites. “Nós achamos que o aparelho estava no piloto automático até ficar sem combustível”, observou o diretor da Agência Australiana de Segurança Aérea.

Mistério completo

O voo da Malysia Airlines, que fazia a rota Kuala Lumpur - Pequim, desapareceu logo depois da decolagem. Os investigadores pensam que o avião foi desviado da rota e caiu no Oceano Índico, na costa australiana.

Quase quatro meses apos o sumiço, as buscas pelo aparelho fracassaram até o momento e o mistério permanece completo. A nova fase de buscas deve começar em agosto e podem durar até um ano, cobrindo 60 mil quilômetros quadrados do oceano, a um custo de 60 milhões de dólares australianos (R$ 124 milhões). As operações já são as mais caras da história da aviação.
 

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