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Nigéria/sequestro

Grupo de meninas sequestradas pelo Boko Haram na Nigéria consegue escapar

Dans les tribunes des supporters nigérians ont brandi des pancartes pour protester contre les enlèvements perpétrés par Boko Haram dans leur pays.
Dans les tribunes des supporters nigérians ont brandi des pancartes pour protester contre les enlèvements perpétrés par Boko Haram dans leur pays. REUTERS/Darren Staples

Pelo menos 63 das 68 das meninas sequestradas pelo grupo extremista Boko Haram em junho, na Nigéria, conseguiram escapar do cativeiro na última sexta-feira (4). A informação é de um representante das forças de segurança do governo nigeriano, que preferiu manter o anonimato.

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As garotas haviam sido levadas durante uma série de ataques no dia 16 de junho ao vilarejo de Kummabza, no distrito de Damboa, no estado de Borno (nordeste da Nigéria).

Neste domingo, Abbas Gaya, um representante das milícias de Borno, disse ter recebido uma carta confirmando a fuga das garotas, que voltaram para suas casas. Segundo Gaya, elas aproveitaram que os extremistas haviam deixado o acampamento para participar de uma operação e escaparam.

Na sexta-feira, os integrantes do Boko Haram foram alvo de uma ofensiva das forças armadas, em reação a um ataque à cidade de Damboa. Pelo menos 19 vilarejos foram atingidos por atentados desde abril, segundo as autoridades.

Em abril, os extremistas do Boko Haram sequestraram cerca de 200 estudantes na cidada de Chibok, também em Borno, que continuam desaparecidas. O caso comoveu o mundo e gerou uma campanha na Internet, #BringBackOurGirls. Diversas personalidades participaram do movimento, entre elas a primeira-dama americana, Michelle Obama.

Cerca de 50 militantes do movimento, que organiza manifestações diariamente em Abuja, fizeram uma caminhada até a sede da presidência, mas foram dispersados pela polícia.

De acordo com um relatório da organização Human Rigths Watch de 2013, o sequestro de mulheres e o estupro são usados como arma de guerra pelo Boko Haram. Segundo especialistas militares, as forças armadas nigerianas não estão suficientemente equipadas para enfrentar os extremistas. Só neste ano, os ataques do grupo extremista islâmico já deixaram mais de 2.500 mortos.

 

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