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China/Gaza

China pede que Israel coloque fim à ofensiva em Gaza

O Ministério das Relações Exteriores Wang Yi
O Ministério das Relações Exteriores Wang Yi (Foto: Wikimedia Commons)

No Cairo, o chanceler chinês Wang Yi pediu neste domingo (3) que a Israel coloque um fim à ofensiva em Gaza e suspenda o bloqueio de circulação de pessoas e mercadorias nas fronteiras imposto à região em 2006.

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A declaração do ministro foi dada durante uma coletiva de imprensa ao lado do chanceler egípcio Sameh Choukri, no Cairo, onde acontecem as negociações sobre um possível cessar-fogo na Faixa de Gaza. Os israelenses se recusaram a participar das discussões.

"Os dois lados, israelenses e palestinos, devem interromper os combates, incluindo bombardeios aéreos, terrestres e tiros de foguetes. Esta é a única maneira de salvar os civis e manter a paz na região", declarou o chefe da diplomacia chinesa, prometendo uma ajuda de US$ 1,5 milhão a Gaza.

"Toda ação que implica no uso excessivo da força e que conduz a vítimas civis é inaceitável", declarou, pedindo que Israel suspenda o bloqueio na região e liberte os prisioneiros, duas exigências do grupo Hamas. O chanceler chinês lembrou, entretanto, que a "segurança de Israel deve ser levada em conta."

Os chineses pedem que Israel e Hamas abandonem o uso da força e trabalhem em uma solução conjunta, que traga segurança para ambas as partes. O ministro chinês afirmou que Pequim apoia a proposta de cessar-fogo egípcia, além dos esforços de vários países para colocar um fim no conflito em Gaza, que já deixou 1800 palestinos mortos, além de 64 soldados israelenses.

Egito media negociações sobre conflito

O Egito, que atua como mediador nos conflitos entre Israel e o Hamas, recebeu neste domingo uma delegação palestina para discutir uma eventual trégua na Faixa de Gaza, na presença do enviado americano para o Oriente Médio, Frank Lowestein. O governo israelense, se recusou enviar um representante, dizendo que o Hamas "não estava interessado em um acordo."

O ministro egípcio das Relações Exteriores afirmou que o Egito, busca uma solução que estabeleça um Estado para o povo palestino e trate as raízes do conflito.
 

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