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Elefantes/Rinocerontes

Marcha global contra caça predatória de elefantes acontece neste sábado

Grupo de elefantes visto a 220 km de Nairóbi, no Quênia.
Grupo de elefantes visto a 220 km de Nairóbi, no Quênia. AFP PHOTO / TONY KARUMBA

Cerca de 127 cidades ao redor do mundo participam neste sábado (4) da Marcha Global pelos Elefantes e Rinocerontes da África, um movimento da sociedade civil convocado pelas redes sociais. Rinocerontes e elefantes, uma das espécies mais inteligentes e carismáticas do reino animal, estão ameaçados de extinção pela caça predatória por marfim.

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Os participantes da marcha protestam diante das embaixadas de 19 países, entre eles China e Quênia, acusados de não ter tomado medidas para combater esse tráfico proibido desde 1989.

Em Paris, a mobilização acontece na praça da Bastilha. No Brasil, a entidade ElephantVoice Brasil está envolvida nesse combate.

A ONU e a ONG United for Wildlife calculam que mais de 36 mil elefantes sejam mortos todos os anos. Um elefante perde a vida a cada 15 minutos. E a cada 10 horas, um rinoceronte também é assassinado para que seu chifre seja extraído e vendido ilegalmente.

O tráfico de marfim tornou-se o quarto maior do mundo, depois do tráfico de drogas, de produtos falsificados e de seres humanos. Os números dessa caça ilegal são cada vez mais alarmantes. Havia dez milhões de elefantes na África no início do século XX e hoje eles não passam de 500 mil. Na região central do continente, 60% dos elefantes desapareceram em dez anos. Por isso, o risco de extinção da espécie é real.

Uma das maneiras mais importantes de acabar com a caça ao elefante e ao rinocerante é nunca comprar nada feito com marfim.

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