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Atentado/Paris

Em visita a Paris, Kerry faz homenagem a vítimas de atentados

O presidente François Hollande recebe o secretário de Estado dos EUA, John Kerry.
O presidente François Hollande recebe o secretário de Estado dos EUA, John Kerry. REUTERS/Philippe Wojazer

O secretário de Estado americano, John Kerry, depositou nesta sexta-feira (16) uma coroa de flores diante do mercado de produtos judaicos, em Paris, onde quatro pessoas foram assassinadas na semana passada pelo jihadista francês Amédy Coulibaly.  

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Kerry veio à França desfazer o mal-estar diplomático causado pela ausência de um dirigente americano na Marcha Republicana de domingo, que levou 4 milhões de pessoas às ruas. No ato, que reuniu líderes de todo o mundo, apenas Jane Hartley, a embaixadora dos EUA em Paris compareceu. A diplomata foi considerada pela oposição republicana como inexpressiva. As autoridades americanas disseram que a passeata foi organizada muito rapidamente e eles não teriam tempo de organizar a proteção de representantes do alto escalão do governo americano.

Para mostrar a solidariedade dos EUA com a França, Kerry esteve hoje no Palácio do Eliseu. No encontro com o presidente François Hollande, os dois trocaram um longo abraço. “Partilhamos a dor do povo francês”, disse o chefe da diplomacia americana.

O presidente François Hollande pediu ao chefe da diplomacia americana que os Estados Unidos e a França trabalhem juntos para encontrar as respostas necessárias ao terrorismo. O presidente francês lembrou ainda dos atentados de 11 de Setembro de 2001 que deixaram quase 3 mil mortos nos EUA. “Vocês sabem o que isso representa para um país. (…) Temos que encontrar juntos as respostas necessárias e esse é o objetivo do nosso encontro hoje, além da nossa longa amizade”, reiterou Hollande.

Homenagem às vítimas

John Kerry visitou os alvos dos atentados da semana de passada. Ele colocou uma coroa flores em frente ao supermercado judeu na Porte de Vincennes. Quatro pessoas foram mortas no local por Amédy Coulibaly. O chefe da diplomacia americana também esteve na sede do Charlie Hebdo acompanhado pelo chanceler francês Laurent Fabius.

 

 

 

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