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Ucrânia/combates

Kerry diz estar "confiante" em solução para conflito na Ucrânia

O secretário de Estado norte-americano John Kerry discute programa nuclear iraniano em Genebra.
O secretário de Estado norte-americano John Kerry discute programa nuclear iraniano em Genebra. REUTERS/Denis Balibouse

O secretário de Estado americano, John Kerry, disse nesta segunda-feira (2) ter “esperanças” de que as discussões em Genebra com o chefe da diplomacia russa Sergei Lavrov resultem em uma solução para o conflito na Ucrânia. Os dois conversaram durante 80 minutos e falaram sobre o cessar-fogo assinado no acordo de paz de Minsk, em 15 de fevereiro.

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De acordo com Kerry, se o “cessar-fogo for aplicado, as armas pesadas serão retiradas do leste da Ucrânia”. O chanceler russo lembrou dos progressos ocorridos desde a assinatura do acordo. “Estou convencido de que, se as coisas começarem a mudar, tudo vai melhorar para todos”, declarou Kerry, em uma coletiva de imprensa. “Espero que este seja o caminho para colocar um fim na escalada de violência, e não para mais uma decepção”, disse.

O secretário de Estado americano reconheceu que o cessar-fogo ainda não era um “acordo completo”, “mas a esperança é que ele se torne nas próximas horas e dias”, afirmou. O encontro entre os dois representantes acontece pouco depois da divulgação de um novo balanço da ONU sobre o conflito na Ucrânia. Desde o início dos combates entre separatistas e governo no Brasil, mais de 6 mil pessoas morreram no país.

Destruição atinge civis e infraestrutura

O Alto Comissário para os Direitos Humanos, Zeid Raad al Hussein, denunciou “a destruição que atinge “civis e infraestrututuras”. De acordo com Kerry, os Estados Unidos poderão adotar eventuais novas sanções contra a Rússia se não houver avanços nas negociações.

A tensão na região atinge principalmente o porto de Mariupol, a única cidade da região ainda controlada por Kiev. As forças ucranianas denunciam há dias uma concentração de tropas inimigas e o sobrevoo de drones. Kiev e os ocidentais acusam Moscou de fornecer armas para a rebelião separatista e de enviar tropas com regularidade para o leste da Ucrânia.
 

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