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Ilha da Reunião/Malaysia Airlines

Destroço encontrado na ilha da Reunião pode ser de Boeing da Malaysia desaparecido em 2014

Peça de 2 metros de comprimento, encontrada na ilha francesa da Reunião, pode pertencer ao avião da Malaysia Airlines, desaparecido em 2014.
Peça de 2 metros de comprimento, encontrada na ilha francesa da Reunião, pode pertencer ao avião da Malaysia Airlines, desaparecido em 2014. REUTERS/Zinfos974/Prisca Bigot

O primeiro-ministro da Malásia disse, no final da manhã desta quinta-feira (30), que é muito provável que os destroços encontrados na quarta-feira (29), na costa da Ilha da Reunião, no Oceano Indico, pertençam a um Boeing 777, mesmo modelo do avião da Malaysia Airlines, desaparecido em março de 2014.

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Investigadores da França, Malásia e Austrália estão a caminho da Ilha da Reunião no Oceano Índico, para analisar o pedaço de aeronave encontrado no mar. Como o único 777 desaparecido seria este da companhia aérea malaia, são grandes as chances de que este seja de fato o avião desaparecido. O destroço seria parte da asa com cerca de 2 metros e será analisado por investigadores da França, Malásia e Austrália. Também nesta manhã, um grupo responsável por limpar a praia onde foi encontrado o destroço diz ter encontrado um pedaço de uma mala com zíper.

Mais cedo, o ministro australiano dos Transportes,  Warren Truss, se mostrou otimista e disse que o destroço é um elemento importante na investigação. Ele também afirmou que, embora a ilha francesa de Reunião fique bastante distante do local onde o avião desapareceu, ela se localiza no trajeto das correntes marítimas e, portanto, estaria de acordo com as informações dos satélites.

Um mecânico francês que está no local e analisou os destroços disse ter 99% de certeza que se trata de um Boeing 777. Segundo um levantamento do jornal britânico The Independent, o voo da Malasia é o único Boieng777 desaparecido no mundo, o que aumenta muito a chance de este ser de fato a aeronave do MH370.

O voo MH370 fazia o trajeto entre Kuala Lampur e Pequim, quando perdeu contato com a torre e se tornou um dos maiores mistérios da aviação.

 

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