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Tunísia/Atentado

Bomba explode em ônibus na Tunísia e deixa mais de dez mortos

Bombeiros e policiais chegam a local do atentado contra um ônibus em Túnis
Bombeiros e policiais chegam a local do atentado contra um ônibus em Túnis REUTERS/Zoubeir Souissi

Pelo menos 12 pessoas morreram e outras 14 ficaram feridas na explosão de um ônibus da guarda presidencial tunisiana em Túnis nesta terça-feira (24). O incidente foi classificado como "atentado" pelo porta-voz da Presidência, Moez Sinaui. De acordo com uma fonte próxima da presidência, o ataque foi realizado por um homem-bomba que se encontrava dentro do veículo. O governo declarou estado de emergência e instaurou toque de recolher após o ataque.

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Um jornalista da AFP viu um ônibus parcialmente incendiado perto da avenida Mohamed V, nas cercanias de um cruzamento movimentado. Várias ambulâncias, bombeiros e forças de segurança se deslocaram para o local, tomado por uma imensa confusão. Muitas pessoas choravam e curiosos desciam de seus carros para ver o que acontecia, complicando ainda mais o trânsito.

De acordo com um policial que estava no local, "a maior parte dos agentes que se encontravam no ônibus morreu". O ministério do Interior ainda não foi capaz de precisar quantas pessoas estavam a bordo do veículo no momento do ataque. Segundo um funcionário de um banco nas redondezas, ouvido pela AFP, depois de uma "forte explosão', foi possível ver o ônibus em chamas.

Neste ano, a Tunísia foi alvo de diversos atentados cometidos por jihadistas. Os dois mais violentos foram contra o museu do Bardo, em Túnis, no mês de março e contra um hotel próximo de Susa no final de junho, em que 38 pessoas morreram - entre elas, 30 britânicos. Os dois ataques foram reivindicados pelo grupo Estado Islâmico.

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