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Zika: agência de aviação recomenda medidas preventivas em aeroportos

Comissária usa inseticida em avião no aeroporto filipino Ninoy Aquino
Comissária usa inseticida em avião no aeroporto filipino Ninoy Aquino Rudy Santos

A Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) recomendou nesta quinta-feira (11) reforçar as medidas preventivas nos aeroportos e aeronaves para apoiar o trabalho de prevenção da propagação do zika vírus.

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A agência, com sede em Montreal, incentivou em comunicado as companhias aéreas a seguirem as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o uso de inseticidas para a desinfecção de cabines de aeronaves.

No texto, observou que "os vários atores do setor aéreo vão continuar compartilhando informações e recursos para ajudar a controlar" a propagação do vírus, que tem se expandido nos últimos meses por vários países da América do Sul - infectando mais de 1,5 milhão de pessoas, especialmente no Brasil e na Colômbia.

A OACI disse que também é importante reforçar o controle nos aeroportos dos vetores dos mosquitos Aedes aegypti, que transmitem o vírus. O zika provoca na maioria das vezes sintomas semelhantes a uma gripe leve, com casos de febre e dores de cabeça.

As autoridades brasileiras também estão investigando a relação entre o aumento dos casos de infecção com este vírus entre as mulheres grávidas com um aumento anormal do número de bebês nascidos com microcefalia, especialmente nas regiões do nordeste do país.

Divulgação científica gratuita

Pesquisadores e instituições se comprometeram com a divulgação gratuita de futuras descobertas sobre o zika, uma prática incomum nos círculos científicos justificada pela urgência de saber mais sobre o vírus e erradicar a epidemia.

Em declaração conjunta, as revistas Nature, Science e The Lancet, a Academia Chinesa de Ciências, o Instituto Pasteur, a Fundação Bill e Melinda Gates e a agência de pesquisa médica japonesa, estimam que as informações sobre o vírus são "uma ferramenta crucial na luta contra esta emergência sanitária".

"Os signatários irão divulgar online com acesso gratuito todo o conteúdo sobre o zika vírus", segundo o comunicado.

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