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Egito/Chipre

Sequestrador de avião do Egito é “desequilibrado”

Avião egípcio é sequestrado e desviado para o Chipre
Avião egípcio é sequestrado e desviado para o Chipre REUTERS/Yiannis Kourtoglou

O sequestrador de um avião da empresa EgyptAir que desviou o aparelho para Larnaca, no Chipre, foi preso no início da tarde desta terça-feira (29), depois de manter sete pessoas como reféns durante cerca de oito horas.

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O anúncio da prisão foi feito pelo presidente cipriota, Nikos Christodoulides, que publicou uma mensagem no Twitter. Os sete passageiros que estavam no avião foram liberados sem ferimentos. O homem se rendeu deixando a passarela com as mãos para cima. Em seguida, ele deitou no chão e os policiais o revistaram antes de levá-lo para um outro prédio do aeroporto.

O ministro egípcio da aviação civil, Chérif Fathy, afirmou ao canal de TV oficial do país que todos os reféns saíram “sãos e salvos”. O “pirata do ar”, de nacionalidade egípcia, desviou o Airbus 320, que transportava 55 passageiros, no início da manhã. O aparelho fazia a ligação entre as cidades de Alexandria e Cairo.

Inicialmente, o piloto pensou que se tratava de um ataque terrorista, já que o homem afirmou que usava um cinturão de explosivos. A história depois se tornou confusa, quando ele pediu para ver a ex-mulher que mora em Chipre. No país, ela teria sido levada ao aeroporto.

Em seguida, o sequestrador pediu a libertação de mulheres no Egito, sem dar maiores detalhes, e entregou uma carta para a autoridades cipriotas, que negam uma ação terrorista.  De acordo com o Ministério das Relações Exteriores de Chipre, o homem é um “desequilibrado.”

Aeroporto já foi usado em outras ações

O aeroporto de Larnaca já foi usado em outras ações de sequestradores nos anos 1980 e 1990. No dia 26 de agosto de 1996, um Airbus A-310 da Sudan Airways, que fazia a ligação entre Khartoum e Amã, com 199 pessoas a bordo, também foi desviado para Chipre. O voo partiu do aeroporto de Stansted, a 50 quilômetros de Londres, por sete iraquianos que queriam asilo político na Grã-Bretanha.

 

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