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Síria/violência

Moradores de Aleppo “respiram” com trégua de 48 horas

Fumaça depois de ataques aéreos das forças do governo pró-sírio na cidade de Anadan, à cerca de 10 quilômetros de distância das cidades de Nubul e Zahra, no interior do Norte Aleppo, Síria 03 de fevereiro de 2016.
Fumaça depois de ataques aéreos das forças do governo pró-sírio na cidade de Anadan, à cerca de 10 quilômetros de distância das cidades de Nubul e Zahra, no interior do Norte Aleppo, Síria 03 de fevereiro de 2016. REUTERS/Abdalrhman Ismail

A cidade de Aleppo acordou em uma “calma relativa” nesta quinta-feira (5), no dia seguinte à trégua negociada entre os Estados Unidos e a Rússia. A região foi palco nas duas últimas semanas de violentos combates entre as forças rebeldes e do governo, que deixaram dezenas de mortos, inclusive várias crianças.

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De acordo com o canal de TV estatal, as forças armadas prometeram respeitar a trégua, que entrou em vigor à 1h da manhã, e deve durar 48 horas. Os soldados do regime de Bashar al-Assad acusam os extremistas de terem desrespeitado o acordo disparando tiros em zonas residenciais da cidade controladas pelo governo.

De acordo com o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma pessoa morreu baleada durante à noite no setor de Midan, controlado pelo governo sírio. De acordo com a TV estatal, tiros de foguetes também atingiram o bairro do Novo Aleppo. Um morador do bairro de al Chaar, no leste da cidade, também disse ter ouvido o som de aviões durante à noite, mas sem bombardeios.

Lojas reabriram e sírios foram às compras

Em vários bairros, muitas pessoas saíram às ruas onde algumas lojas abriram as portas. De acordo com o comerciante Sameh Toutoundji, sua mulher saiu para fazer compras e as pessoas “respiravam”. “Não ouvimos os tiros e bombardeios de costume”, declarou.

Do lado rebelde, os combates também diminuíram e não houve explosões nas áreas residenciais. Um porta-voz da oposição declarou que os grupos estavam favoráveis à trégua, mas que esperava pelo fim das hostilidades em toda a Síria, e não simplesmente em Aleppo.

 

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