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Pesquisa

Austrália e Canadá ganham medalha de ouro em qualidade de vida

Melbourne: bicampeã em qualidade de vida, de acordo com a revista The Economist.
Melbourne: bicampeã em qualidade de vida, de acordo com a revista The Economist. Getty Images/Walter Bibikow

Das dez cidades com melhor qualidade de vida no mundo, seis ficam na Austrália e no Canadá. É o que revela o relatório anual publicado pela revista inglesa The Economist.

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Todos os anos The Economist publica o resultado da pesquisa realizada por sua Unidade de Inteligência para saber quais são as melhores cidades do mundo no quesito “qualidade de vida”. No relatório deste ano (2016), Melbourne, na Austrália, se mantém na liderança pela segunda vez consecutiva.

Atrás dela, perdendo por uma diferença mínima, está Viena, na Áustria, logo seguida por nada menos que três metrópoles canadenses: Vancouver, Toronto e Calgary, nesta ordem. Seguem Adelaide e Perth, na sexta e sétima posições, respectivamente, somando ainda mais pontos para a Austrália. O Top Ten termina com Auckland, na Nova Zelândia, Helsinki, na Finlândia, e Hamburgo, na Alemanha.

A pesquisa, que cobre 140 cidades em todos os continentes, leva em consideração 30 fatores agrupados em cinco categorias: estabilidade (segurança), acesso à saúde, infraestrutura, meio-ambiente e educação. Cada uma dessas categorias são pontuadas de zero (situação insuportável) a 100 (situação ideal).

E as piores são...

Na lanterninha da tabela publicada por The Economist estão cidades que têm perdido pontos, principalmente, por questões de segurança (guerras civis, atentados, terrorismo): Damasco, capital da Síria, envolta numa sangrenta guerra civil, ganha com folga o título de pior “qualidade de vida do mundo”. Atrás dela vem Trípoli, na Líbia, que ainda vive a ressaca dos conflitos que depuseram o regime de Muamar Kadafi. Em terceiro lugar, está Lagos, na Nigéria, sofrendo altos índices de criminalidade e a ameaça terrorista do grupo islâmico fundamentalista Boko Haram.

Mas o que é "qualidade de vida"?

Se nenhuma das metrópoles sul-americanas entrou na lista das dez melhores, tampouco chegaram perto da lista das dez melhores. Como consolo, vale lembrar que grandes metrópoles como Nova York, Los Angeles, Paris, Londres, Roma e Tóquio também não conseguiram ser incluídas no topo da lista das melhores cidades do mundo.

Afinal, a “qualidade de vida” não está diretamente relacionada ao gigantismo das megalópoles, superpopulosas, que sofrem de problemas urbanos crônicos. Pelas cidades que lideram o ranking, percebe-se que a “qualidade de vida” descrita pelo The Economist encontra-se mais facilmente em cidades de médio porte com baixa densidade demográfica.

O Rio de Janeiro, sede dos Jogos Olímpicos de 2016, ficou em 69º lugar na lista, quase na metade da tabela de 140 países.
 

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