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China proibirá comércio de marfim em 2017

Elefantes são caçados ilegalmente por conta do mercado de marfim
Elefantes são caçados ilegalmente por conta do mercado de marfim Ariadne Van Zandbergen/Getty Images

China, o maior mercado mundial de marfim, proibirá todo o comércio interno e processamento do chamado "ouro branco" a partir do fim de 2017, noticiou a imprensa estatal chinesa nesta sexta-feira (30).

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O marfim africano sempre foi visto como símbolo de status na China, onde o preço de 1 kg pode chegar a US$ 1.100. O anúncio foi antecedido da decisão adotada há 10 meses de proibir a importação de marfim.

Milhares de elefantes são caçados ilegalmente todos os anos na África para abastecer a demanda mundial de marfim, que se mantém apesar das crescentes restrições.

A decisão chinesa representa ainda o fechamento de 34 empresas que trabalham o marfim e 143 dedicadas à sua comercialização.

"Esta é uma grande notícia que acabará com o maior mercado mundial ainda vigente para o marfim de elefantes", disse Aili Kang, diretor-executivo na Ásia da Sociedade para a Conservação da Vida Selvagem.
 

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