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Turquia/terrorismo

Grupo EI reivindica ataque a boate Reina em Istambul

Habitantes de Istambul colocam flores em frente a boate em Istambul
Habitantes de Istambul colocam flores em frente a boate em Istambul AFP/YASIN AKGUL

O grupo Estado Islâmico reivindicou nesta segunda-feira (2) o ataque à boate Reina em Istambul, no Ano Novo, que deixou 39 mortos. Em um comunicado divulgado nas redes sociais, o grupo extremista afirmou que um dos "soldados do califado" cometeu o massacre.

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Cerca de 600 pessoas estavam dentro do estabelecimento para comemorar o Ano Novo quando um homem armado, entrou dentro da boate no domingo, por volta das 01h15. Mais de 20 mortos eram estrangeiros e 65 pessoas ficaram feridas no ataque. Em seu comunicado, o grupo Estado Islâmico acusa a Turquia, um país formado principalmente por muçulmanos, de se aliar aos cristãos.

Há quatro meses, as forças turcas combatem no norte da Síria na tentativa de expulsar o grupo EI e as milícias curdas. Os jihadistas raramente chegaram a reivindicar atentados na Turquia, mesmo se foram acusado diversas vezes pelas autoridades turcas de cometerem ataques no país.

Autor pode estar ligado a grupo que atacou aeroporto

Antes da reivindicação, as autoridades turcas já haviam acusado o grupo EI pelo atentado. De acordo com o jornal turco Hürriyet, o autor, que continua foragido, poderia ser originário do Ubequistão ou do Quirguistão. A polícia turca estima que o autor do ataque à boate pode estar ligado aos membros cometeram o triplo atentado suicida do aeroporto de Istambul, que deixou 47 mortos em junho.

O serviço secreto turco já havia recebido informações sobre o risco de um atentado do grupo Estado Islâmico na noite do Réveillon, em várias cidades da Turquia. Diversas detenções e perseguições aconteceram durante o mês de dezembro para tentar evitar a tragédia.

 

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