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Guiana/greve

Governo francês se reúne para resolver impasse na Guiana Francesa

A ministra dos territórios ultramarinos Ericka Bareigts durante uma reunião com o coletivo que protesta no país
A ministra dos territórios ultramarinos Ericka Bareigts durante uma reunião com o coletivo que protesta no país jody amiet / AFP

O primeiro-ministro francês, Bernard Cazeneuve, se reúne nesta segunda-feira (3) com vários outros representantes do governo francês, incluindo a ministra francesa dos territórios ultramarinos, Ericka Bareigts, para tentar achar uma saída para a crise na Guiana Francesa, que está em greve geral desde o dia 25 de março.

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O plano do governo francês, de € 1 milhão, apresentado na noite de sábado para domingo, não convenceu o coletivo, que julga os avanços insuficientes e denuncia uma precipitação do governo. A França também prevê o envio de 50 policiais a mais em 2017, a construção de um tribunal e de uma penitenciária em Saint-Laurent du Maroni.

Neste domingo, o coletivo “Pou La Gwiyann dékolé”, que reúne os diferentes grupos de protesto, decidiu reforçar as barreiras no país para pressionar o governo francês, e exige € 2,5 milhões para compensar a ausência de investimentos públicos no departamento na região. Um das principais reivindicações é em relação à segurança.

Entre 2014 et 2016, o número de roubos com violência passou de 1 694 para 2 338. Caiena continua sendo a cidade mais atingida e registrou em 2016 uma média de 140 atos de delinquência para 1000 habitantes.
 

Acessos bloqueados

As estradas, o aeroporto e o porto estão bloqueados. Por conta do movimento social, nenhum frete está chegando ao país, o que pode provocar problemas de abastecimento. Em um comunicado, Florence Adjoha, uma das porta-vozes do coletivo, disse que movimento não visa “dificultar a vida da população” e não pretende “fragilizar a economia da Guiana”.

 

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