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China acata sanções da ONU e suspende importações da Coreia do Norte

Navio chinês com produtos importados parte em direção a Xangai.
Navio chinês com produtos importados parte em direção a Xangai. REUTERS/Lucy Nicholson/File Photo

A China, o principal e um dos únicos parceiros econômicos de Pyongyang, anunciou nesta segunda-feira (14) a suspensão das importações de ferro, chumbo, minérios e produtos marítimos procedentes da Coreia do Norte, em aplicação às sanções decididas pelo Conselho de Segurança da ONU.

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A partir desta terça-feira (15), "ficarão proibidas todas as importações de carvão, ferro, minério de ferro, minério de chumbo e de animais marinhos e produtos do mar", anunciou o ministério chinês do Comércio, em um comunicado oficial. "Trata-se de uma aplicação da resolução 2371 da ONU ", completa o documento.

O Conselho de Segurança da ONU, que inclui representantes de Pequim, aprovou em 6 de agosto novas sanções contra Pyongyang, medidas que poderiam custar ao regime norte-coreano cerca de um bilhão de dólares por ano.

As sanções, propostas pelo governo dos Estados Unidos, foram uma resposta aos lançamentos de dois mísseis intercontinentais norte-coreanos no mês passado, que poderiam alcançar, de acordo com especialistas, alvos em território norte-americano.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considerou, no entanto, que as novas medidas teriam um "efeito limitado" e criticou Pequim por não fazer pressão suficiente contra o regime norte-coreano.

Após a votação do Conselho de Segurança da ONU, o ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, afirmou que o país aplicaria a "nova resolução em 100%".

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