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EUA, Coreia do Norte

EUA sancionam norte-coreanos ligados a programa nuclear

Foto de arquivo: Líder norte-coreano, Kim Jong Un, discursa durante conferência em Pyongyang em 23 de dezembro de 2017.
Foto de arquivo: Líder norte-coreano, Kim Jong Un, discursa durante conferência em Pyongyang em 23 de dezembro de 2017. Reuters/路透社

Os Estados Unidos sancionaram nesta terça-feira (26) dois altos funcionários norte-coreanos por causa do programa de mísseis balísticos do país, informou o Departamento do Tesouro em um comunicado.  

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"O Tesouro está visando líderes do programa de mísseis balísticos, como parte de nossa campanha de máxima pressão para isolar (a Coreia do Norte) e terminar de desnuclearizar a península coreana", diz o comunicado.

Os dois funcionários, Kim Jong Sik e Ri Pyong Chol, foram identificados como figuras-chave do programa de mísseis balísticos da Coreia do Norte e foram listados na última sexta-feira (22) em uma nova resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas que impõe sanções contra o regime de Pyongyang, indicou o Tesouro.

EUA e Russia concordam em ir além das sanções

O anúncio veio no mesmo dia em que o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, e seu contraparte americano, Rex Tillerson, concordaram, durante uma conversa telefônica, que era necessário iniciar urgentemente o processo de negociação com a Coreia do Norte

"Ambas as partes concordam que o programa de mísseis nucleares norte-coreano viola as exigências do Conselho de Segurança da ONU", indicou Lavrov em um comunicado. O ministro "ressaltou mais uma vez que é inaceitável exacerbar as tensões em torno da península coreana com a retórica agressiva de Washington em relação a Pyongyang e o aumento dos preparativos militares na região", afirmou.

O Conselho de Segurança da ONU aprovou na última sexta-feira novas sanções contra a Coreia do Norte, que restringirão o abastecimento de petróleo, elemento primordial para seus programas nuclear e de mísseis. A decisão foi imposta em resposta ao teste de um míssil balístico intercontinental (ICBM) norte-coreano em 28 de novembro passado. 

As tensões entre Pyongyang e Washington se intensificaram este ano. Enquanto o presidente americano Donald Trump ameaçou "destruir totalmente" a Coreia do Norte caso o país ataque os Estados Unidos, Kim Jong Un insiste que o mundo deve reconhecer que a Coreia do Norte é uma potência nuclear.

A Rússia pediu negociações entre os dois países e advertiu sobre os riscos de uma escalada de tensões. O país também criticou os Estados Unidos por seus exercícios militares com a Coreia do Sul, considerados uma grande provocação pelo país vizinho

Com informações da AFP

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