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Tufão

Japão enfrenta tufão mais violento dos últimos 25 anos

O tufão Jebi, considerado o mais violento a atingir o Japão em 25 anos, chegou nesta terça-feira (4) ao centro-oeste do arquipélago.
O tufão Jebi, considerado o mais violento a atingir o Japão em 25 anos, chegou nesta terça-feira (4) ao centro-oeste do arquipélago. Mandatory credit Kyodo/via REUTERS

O tufão Jebi, o mais violento a atingir o Japão em 25 anos, chegou nesta terça-feira (4) ao oeste do país. Os serviços de meteorologia preevem ventos de 220 km/h em um perímetro que inclui a capital Tóquio.

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O tufão, o 21º da temporada na Ásia, atingiu a prefeitura de Tokushima, no sudoeste do país, e avança para a parte ocidental e o centro do arquipélago para varrer uma ampla região, segundo as autoridades. Jebi chega acompanhado de chuvas torrenciais que poderão exigir a evacuação de milhares pessoas em certas zonas.

Com ventos de entre 160 km/h e 190 km/h, o tufão é o "mais forte desde 1993", declarou Ryuta Kurora, responsável da agência nacional meteorológica do Japão. "Vai atingir com toda a sua força" a parte ocidental e o centro do arquipélago, com ventos que podem chegar aos 220 km/h em alguns pontos, em um perímetro muito amplo que inclui a cidade de Tóquio, advertiu.

População se prepara para a chegada de Jebi

As autoridades recomendaram que ao menos 300 mil pessoas procurem refúgios, e cerca de 50 mil residências já estão sem eletricidade. As lojas de departamentos na região de Osaka, no oeste do Japão, não abrirão nesta terça-feira.  

As companhias aéreas cancelaram mais de 650 voos por precaução, e muitas ligações ferroviárias foram interrompidas. Várias empresas na região ameaçada orientaram seus funcionários a permanecer em casa, e as escolas ficarão fechadas.

O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, cancelou uma viagem que faria ao oeste do país e convocou uma reunião de emergência. O premiê também fez um apelo para que a população siga as orientações das autoridades.

Vários tufões atingem regularmente o arquipélago japonês durante o verão no Hemisfério Norte. Em julho, o país foi devastado por graves inundações e deslizamentos de terra que deixaram 220 mortos.

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