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EUA/ Irã

Trump diz que será "melhor amigo" do Irã se o país renunciar às armas nucleares

Presidente dos EUA Donald Trump no jardim da Casa Branca em Washington. 22 de junho de 2019.
Presidente dos EUA Donald Trump no jardim da Casa Branca em Washington. 22 de junho de 2019. REUTERS/Carlos Barria

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assegurou neste sábado (22) que se os iranianos desistirem de seu programa nuclear, ele se tornaria seu "melhor amigo". Sua declaração aconteceu depois de o Irã advertir os EUA de que qualquer ataque contra seu território teria consequências devastadoras para os interesses americanos na região.

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"Atirar uma bala em direção ao Irã irá provocar a destruição dos interesses da América e de seus aliados" na região, declarou o porta-voz do Estado Maior Conjunto das Forças Armadas iranianas em uma entrevista à agência Tasnim.

 "Não vamos deixar o Irã obter armas nucleares e, quando aceitarem isso, terão um país rico, ficarão muito felizes e eu serei seu melhor amigo. Espero que isso aconteça", disse Trump à imprensa nos jardins da Casa Branca.

"Mas se os líderes iranianos se comportarem mal, eles terão um dia muito ruim", acrescentou antes de embarcar num voo para a residência presidencial de Camp David, onde discutirá essa crise com várias autoridades.

"Reconstrução econômica"

"Esperemos que sejam inteligentes", prosseguiu. "Se pudéssemos colocar o Irã de volta nos trilhos da reconstrução econômica, isso seria fantástico".

Mas, enquanto isso, "vamos continuar adicionando sanções econômicas", declarou o bilionário republicano.

Washington e Teerã asseguram que não desejam a guerra, mas têm multiplicado as declarações agressivas.

Na sexta-feira, Donald Trump afirmou que desistiu no último minuto de ataques de retaliação depois que Teerã abateu um drone americano.

Para o futuro, nada está decidido, disse Trump, afirmando estar rodeado de conselheiros com opiniões muito diferentes.

Se John Bolton, conselheiro de segurança nacional, é um "falcão" que muitas vezes defende "uma linha dura", outros estão "em outra linha" e "o único que importa, sou eu", lançou o inquilino da Casa Branca.

(Com informações da AFP)

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