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Hong Kong/ UE

União Europeia pede contenção e solução rápida para a crise em Hong Kong

Estudantes da universidades chinesa de Hong Kong se manifestaram nesta terça-feira, 12 de novembro de 2019.
Estudantes da universidades chinesa de Hong Kong se manifestaram nesta terça-feira, 12 de novembro de 2019. REUTERS/Tyrone Siu

A União Europeia instou nesta terça-feira (12) todas as partes envolvidas nos confrontos em Hong Kong a darem uma "prova de contenção" e pediu uma "solução credível e rápida" para a crise.

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"É crucial que todas as partes deem uma prova de contenção ", disse a porta-voz da UE, Maja Kocijancic, em comunicado.

Nesta terça-feira, Hong Kong foi novamente palco de intensos confrontos entre manifestantes exigindo reformas democráticas e policiais, que foram realizadas pela primeira vez em uma universidade do território semi-autônomo. O distrito comercial ficou paralisado.

"O impacto considerável da situação neste território torna imperativa uma solução rápida e credível para os problemas", acrescentou.

A UE também apelou a uma "investigação extenuante sobre a violência, o uso da força e as causas profundas dos protestos", que seria um "elemento essencial" para alcançar o recuo na violência.

A porta-voz também enfatizou que a UE "atribui grande importância ao alto grau de autonomia de Hong Kong através do princípio ‘Um país, dois sistemas’".

Hong Kong, entregue à China pelos britânicos em 1997, é uma região semi-autônoma que desfruta de liberdades desconhecidas no resto da China até 2047.

Mas os Hong Kongers que militam por reformas democráticas acusam Pequim de aumentar sua influência política.

No mês passado, uma declaração da UE sobre a situação em Hong Kong foi denunciada como "criminosa e muito perigosa" pela Embaixada da China em Paris, que expressou "profundo desprezo pela hipocrisia da declaração europeia".

Nesta declaração, a UE declarou "extremamente preocupante" "a escalada da violência e da agitação" em Hong Kong "e apelou à "contenção, redução da escalada e diálogo ", dizendo que as liberdades fundamentais Hong Kongers "tinham que ser respeitadas".

(Com informações da AFP)

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