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China/ Coronavírus

Mortos por coronavírus na China já superam os da epidemia de Sars, de 2003

Crianças se protegem do novo coronavírus durante evento em Hwacheon, na Coreia do Sul.
Crianças se protegem do novo coronavírus durante evento em Hwacheon, na Coreia do Sul. REUTERS/Heo Ran

O número de mortos pelo novo coronavírus na China chegou a 722 neste sábado (8) e superou o total de vítimas na epidemia da Síndrome Respiratória Aguda Grave, a Sars, que atingiu o país em 2003. No caso atual, quase todas as mortes, com exceção de cinco, foram registradas na província de Hubei, epicentro da epidemia iniciada em dezembro.

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Pela primeira vez, uma pessoa de outra nacionalidade perdeu a vida: trata-se de um americano de 60 que vivia na região atingida pelo surto. Detalhes não foram revelados nem por Pequim, nem por Washington.

Além disso, um japonês hospitalizado com pneumonia em Wuhan morreu após ser internado com sintomas semelhantes aos da gripe, mas a infecção pelo coronavírus não está confirmada.

Em seu boletim diário, as autoridades chinesas informaram mais 3.399 novos casos. Ou seja, são mais de 34.500 infecções em todo o país. A Sars, doença da mesma família do novo coronavírus, matou cerca de 650 pessoas na China continental e em Hong Kong em 2002-2003, e 120 outros pacientes morreram ao redor do mundo.

Cinco novos casos na França

A China tem tido dificuldades para conter a disseminação do novo coronavírus, apesar de ter retido cerca de 56 milhões de pessoas na província de Hubei e sua capital, Wuhan. Em Hong Kong, medidas drásticas de quarentena começaram a ser aplicadas neste sábado para impedir a propagação do vírus. A ligação com a China continental, que já era alvo de controles restritos, agora ficou ainda mais difícil.

O vírus já se espalhou para mais de 20 países. Nesta manhã, a França anunciou que mais cinco pessoas estão contaminadas em solo francês – quatro adultos e uma criança, todos da mesma família. O estado de saúde deles não inspira preocupações, segundo a ministra francesa da Saúde, Agnès Buzyn.

Estes novos casos se somam a outros seis que haviam sido detectados no país. Todos os infectados estão hospitalizados.

Com informações da AFP

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