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EGIPTO

Mubarak: Egipto perde antigo líder controverso

O ex-presidente Hosni Moubarak fotografado a 6 de Outubro de 2016 na janela do hospital militar Meadi no Cairo.
O ex-presidente Hosni Moubarak fotografado a 6 de Outubro de 2016 na janela do hospital militar Meadi no Cairo. REUTERS/Mohamed Abd El Ghany/File Photo

Primeiro presidente egípcio a ser julgado, condenado e, depois, absolvido, Hosni Mubarak que hoje faleceu deixa um legado controverso no plano interno e externo. Ele ficará para a história, segundo Ivo Sobral, professor de relações internacionais em Abu Dhabi, como o homem da estabilidade e grande aliado dos americanos no Médio Oriente.

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Hosni Mubarak faleceu com 91 anos de idade num hospital militar do Cairo, vítima de doença.

Ele governou o Egipto com mão de ferro ao longo de trinta anos até ser afastado do poder pelas "primaveras árabes" em 2011.

Mubarak deveria ser alvo de um funeral militar numa mesquita a leste do Cairo na quarta-feira.

3 dias de luto nacional foram decretados a partir desta quarta-feira.

Hosni Mubarak garantiu a estabilidade e a luta contra o extremismo islâmico, conseguiu relações serenas com Israel, tendo sido um grande aliado dos norte-americanos no Médio Oriente.

O desenvolvimento do turismo e a salvaguarda do rico património egípcio fazem parte do seu legado, enquanto os seus detractores denunciam a corrupção e o autoritarismo do regime.

Ivo Sobral, professor de relações internacionais em Abu Dhabi, admite que o antigo presidente egípcio foi uma "figura central da sociedade egípcia" das últimas décadas.

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