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Economias

Covid-19: Fragilidades das economias africanas têm tendência a exacerbar-se

Áudio 09:16
Só as minas de carvão, principal fonte de energia sul-africana, continuam a trabalhar após o confinamento decretado esta semana implicando a suspensão de demais produções mineiras.
Só as minas de carvão, principal fonte de energia sul-africana, continuam a trabalhar após o confinamento decretado esta semana implicando a suspensão de demais produções mineiras. REUTERS/Siphiwe Sibeko

Carlos Lopes, economista guineense, ligado à Universidade sul-africana da Cidade do Cabo, admite que a crise suscitada pela pandemia do novo coronavírus lembra o da "Grande depressão" dos anos 30 do século passado. E isto por as economias africanas, já de si frágeis, verem estas vulnerabilidades exacerbadas.e

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O novo coronavírus chegou a África muito depois da Ásia e Europa, nomeadamente.

A pandemia tem, porém, vindo a alastrar, incluindo pelos países lusófonos, obrigando a medidas que incluem confinamento, estado de emergência ou risco de calamidade ou mesmo recolher obrigatório.

A quebra acentuada da cotação de muitas matérias-primas foi quase imediata, logo no início desta crise que do centro da China, em Dezembro, alastrou a todos os continentes.

Foi o caso do cobre ou do petróleo, matérias-primas que abundam em muitos sub-solos africanos.

Provavalmente o continente negro precisará de recorrer a financiamentos chineses que garantirão bons dividendos a Pequim segundo o economista guineense Carlos Lopes, ligado à Universidade sul-africana da Cidade do Cabo.

 

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