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Política/Estados Unidos

CNN apresenta queixa contra Casa Branca

O jornalista Jim Acosta,de costas, durante a altercação com o Presidente Trump, na Casa Branca.
O jornalista Jim Acosta,de costas, durante a altercação com o Presidente Trump, na Casa Branca. REUTERS/Kevin Lamarque

Persiste a tensão entre Presidente Donald Trump e os media. Nesta quina-feira,a conservadora Fox News, decidiu apoiar o movimento que visa o restabelecimento da acreditação do jornalista da CNN, Jim Acosta,junto da presidência dos Estados Unidos. A credencial do repórter da rede CNN, foi-lhe retirada após uma troca acalorada com o chefe de estado americano.Um juiz de Washington DC, decide nesta quinta-feira ,se Acosta deve ou não ser readmitido como repórter das actividades presidenciais.

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O juiz Timothy J.Kelly, nomeado em 2017 pelo Presidente Trump, decide nesta quinta-feira se Jim Acosta da CNN pode voltar a cobrir as actividades da Casa Branca,depois da administração Trump ter retirado a autorização ao jornalista da CNN, na sequência de uma altercação com o Presidente durante um ponto de situação.

A rede televisão Fox News, bem como outros orgãos da comunicação social americanos,manifestaram o seu apoio a Acosta e a CNN.

Donald Trump,cujo governo tem sido confrontado com a hostilidade dos media, qualificou recentemente a rede CNN de orgão sem credibilidade e de fábrica de fake news.

Na terça-feira ,a CNN, apoiada pela sua concorrente Fox News, apresentou uma queixa contra a administração Trump, para que seja restabelecida a acreditação de Jim Acosta junto da presidência americana.

Segundo o presidente de Fox News,Jay Wallace, embora o seu orgão não apoie o tom conflituoso, empregado tanto pelos media como Presidente Trump, as acreditações não devem ser utilizadas como arma .

O advogado da CNN,Ted Boutros, defendeu na sua audiência com o juiz Timothy J.Kelly,na quarta-feira, que a anulação da acreditação de Jim Acosta infringe a Primeira Emenda da Constituição americana,que garante a liberdade de expressão e de imprensa.

Em nome da administração Trump, o advogado James Burnham replicou que a Primeira Emenda não prevê o direito de entrada na Casa Branca.

 

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