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Terrorismo/Líbia

Líbia: ataque terrorista em Tripoli

O Ministério dos Negócios Estrangeiros líbio em Tripoli, alvo de um ataque terrorista nesta  terça-feira ,25 de Dezembro de 2018.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros líbio em Tripoli, alvo de um ataque terrorista nesta terça-feira ,25 de Dezembro de 2018. REUTERS/Hani Amara

O ataque terrorista contra o Ministério dos Negócios Estrangeiros em Tripoli teria provocado pelo menos a morte de três pessoas e dez feridos . De acordo com os serviços de segurança líbio, uma das vítimas é funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros.O atentado cometido com uma viatura carregada de explosivos, poderia, segundo um responsável líbio, ser da autoria do grupo, autodenominado, Estado Islâmico.

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De acordo com Tarak al-Dawass , porta-voz dos serviços de segurança, em primeiro teve lugar a explosão de um carro armadilhado frente ao edifício e em seguida um atacante suicida fez-se explodir no segundo andar do Ministério e outro terrorista morreu quando a mala que transportava também estourou. O terceiro agressor que vestia um colete à prova de balas mas sem armas, segundo Dawass, foi morto no exterior do Ministério pelas forças de segurança.

Durante o ataque que mobilizou ambulâncias,socorristas e forças de segurança, viram-se nuvens de fumo sair do prédio.

Dilacerado por lutas de poder e minado por uma insegurança crónica, a Líbia, segundo os analistas, tornou-se um refúgio para jiadistas desde a destituição e posterior morte da Muhammar Kadhafi em 2011.

No país da África do norte existem duas administrações concorrentes, milícias rivais, assim como tribos e jiadistas que competem pelo controlo do território e dos vastos recursos em petróleo.

O grupo Estado Islâmico tirou proveito da situação de arnarquia e instabilidade crónica na Líbia do após-Kadhafi, para implantar-se na cidade costeira do Sirto em 2015.

As forças leais à administração apoiada pelas Nações Unidas, o GAN(Governo do Acordo Nacional) retomaram o controlo de Sirto em Dezembro de 2016, depois de oito meses de combates mortíferos.

Em Setembro, os jiadistas do Estado Islâmico tinham reivindicado a responsabilidade do ataque terrorista contra a sede da Companhia Líbia de Petróleos, no centro de Tripoli, que provocou a morte de duas pessoas e dez feridos.

 

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