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Política/ São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe:falta de combustíveis vai ser resolvida segundo Primeiro-ministro

Jorge Bom Jesus, Primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe .
Jorge Bom Jesus, Primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe . Facebook MLSTP PSD

Em São Tomé e Príncipe, a falta de petróleo que tem estado a causar transtornos poderá ser resolvida nesta semana, de acordo com o Primeiro-ministro Jorge Bom Jesus. Este último deseja também preparar melhor o seu país para acolher os turistas. As declarações do chefe de governo são-tomense foram feitas em entrevista à Radio Nacional de São Tomé e Príncipe. Mais pormenores com Maximino Carlos.

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De acordo com o Primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus, a penúria de combustíveis, que tem afectado o seu país nas últimas semanas, será resolvida esta semana.

Em declarações à Radio Nacional de São Tomé, o chefe de Governo são-tomense sublinhou que, carregamentos de gasóleo, gasolina e petróleo, deverão chegar ao país-arquipélago no decurso da semana que se inicia.

A falta de combustíveis tem um impacto negativo no turismo de São Tomé e Príncipe, sector importante para a economia do pequeno país do Golfo de Guiné, que foi recentemente incluído entre os dez melhores destinos turísticos mundiais.

O Primeiro-ministro Jorge Bom Jesus realçou, na entrevista concedida à estação de rádio pública são-tomense, a necessidade do seu país valorizar a posição que lhe é atribuída para melhorar o acolhimento dos turistas e simultâneamente superar alguns problemas de insegurança, como por exemplo a ocorrência de roubos nas praias de São e Príncipe.

No que toca ao inquérito judicial, em curso, sobre o naufrágio do navio Amfitriti,ocorrido no passado dia 25 de Abril e durante o qual morreram oito pessoas e nove desapareceram, Bom Jesus afirmou estar a acompanhá-lo com serenidade e que ,paralelamente com vários orgãos de soberania são-tomenses uma avaliação está a ser feita, de forma a encontrar mecanismos para solucionar os transportes de pessoas e bens entre as ilhas de São Tomé e de Príncipe.

O Amfitriti, que estabelecia a ligação entre as duas principais regiões são-tomenses, São Tomé e a Região Autónoma do Príncipe, naufragou quando transportava 212 toneladas de carga e 72 passageiros, incluindo os cincos tripulantes.

Dos setenta e dois, 55 foram resgatados,oito pereceram e nove são dados como desaparecidos.

No âmbito das investigações judiciais sobre o naufrágio do Amfitriti, foram constituídos arguidos e presos, os cinco membros da tripulação, o proprietário da embarcação,bem como três responsáveis do Instituto Marítimo Portuário ( IMP ), nomeadamente o seu director-geral.

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