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Economia/Estados Unidos

Trump abranda medidas comerciais contra China

Os Presidentes Donald Trump e  Xi Jinping  durante o  G20  em Osaka, no Japão no passado dia 29 de Junho.
Os Presidentes Donald Trump e Xi Jinping durante o G20 em Osaka, no Japão no passado dia 29 de Junho. REUTERS/Kevin Lamarque

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump decidiu adiar a aplicação de novas tarifas alfandegárias sobre algumas importações chinesas, marcando uma trégua na sua guerra comercial contra a China. De acordo com Trump, negociadores ao mais alto nível, dos Estados Unidos e da China, tiveram, segundo o chefe de Estado americano, contactos telefónicos muito positivos.

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Um funcionário da administração Trump, confirmou que os contactos entre os responsáveis americanos e chineses, envolvidos nas negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China, foram rodutivos e que os mesmos vão prosseguir dentro de duas semanas.

Donald Trump decidiu adiar a implementação de novas taxas alfandegárias contra alguns produtos chineses. Segundo Trump; a sua decisão foi tomada para proteger os consumidores americanos , devido à proximidade da época de compras das férias.

A aplicação da sobretaxa de 10%, nomeadamente aos produtos electrónicos chineses, que devia ter efectividade a partir de 1 de Setembro, foi adiada até 15 de Dezembro.

O analista de mercado David Madden, realçou o carácter eleitoralista da decisão do Presidente americano, uma vez que em Dezembro, os Estados Unidos estarão a menos de um ano da eleição presidencial e, por esse facto, Donald Trump não deseja ser recordado como o Grinch, ou seja o desmancha-prazeres das festas do final de ano

Não obstante as medidas tomadas pela a Administração Trump, investidores e mercados financeiros permanecem cépticos no que toca às perspectivas de um acordo entre americanos e chineses que porá um fim a guerra comercial entre Washington e Pequim.

Segundo os analistas, a possibilidade de Donald Trump explorar na sua agenda eleitoral a guerra comercial com a China, tornam remotas a hipótese de um acordo entre Washington e Pequim.

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