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ESTADOS UNIDOS/GRONELÂNDIA

Trump quer comprar a Gronelândia

Sisimiut, segunda cidade da Gronelândia, no final de Março.
Sisimiut, segunda cidade da Gronelândia, no final de Março. RFI/Thomas Massé

O presidente norte-americano reiterou neste domingo o seu interesse em comprar a Gronelândia à Dinamarca no que chamou de "grande transacção imobiliária", acrescentando, porém, que tal não é uma prioridade para os Estados Unidos.

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A Gronelândia é um território do Ártico, com estatuto de autonomia, mas sob administração dinamarquesa, contando apenas 56 000 habitantes.

E isto não obstante se tratar de uma ilha gigantesca, a maioria do território está coberta de gelo, embora recheada de recursos naturais.

Caso de petróleo, zinco, chumbo, minério de ferro, carvão, molibdénio, ouro, platina e urânio.

De acordo com Donald Trump o território prejudica bastante a Dinamarca que anualmente desembolsa 700 milhões de dólares para manter a Gronelândia.

Segundo o presidente americano estrategicamente para os Estados Unidos seria interessante poder levar a cabo o que chamou de "grande transacção imobiliária" pelo que alegou pretender falar um pouco do caso com a Dinamarca.

A ilha é um território autónomo desde 1979 tendo sido uma colónia dinamarquesa até 1953, os americanos dispõem no norte da Gronelândia de uma base aérea desde 1951.

Em visita neste domingo à Gronelândia a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, alegou que o território não està à venda. A Gronelândia "não é dinamarquesa, pertence aos habitantes da ilha, espero mesmo que isto não seja sério", argumentou a chefe do executivo de Copenhaga.

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