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Relações Internacionais/França

G7:Emmanuel Macron apela a preservar a Amazónia e a apaziguar relações internacionais

O  Presidente da França, Emmanuel Macron,à direita, e  o seu homólgo dos Estados Unidos,Donald Trump,à esquerda,no primeiro dia  da cimeira anual do G7, em conversa no Hotel du Palais em Biarritz.24 de  Agosto de 2019.
O Presidente da França, Emmanuel Macron,à direita, e o seu homólgo dos Estados Unidos,Donald Trump,à esquerda,no primeiro dia da cimeira anual do G7, em conversa no Hotel du Palais em Biarritz.24 de Agosto de 2019. Ludovic Marin/REUTERS

Com em pano de fundo o aquecimento climático, a desflorestação da amazónia, as desigualdades sociais,a guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, e o Brexit, a cimeira anual do G7 teve início em Biarritz, sob o signo de uma conjuntura mundial perturbada.O Presidente anfitrião,Emmanuel Macron,realçou nomeadamente a necessidade de pôr um termo aos conflitos comerciais, de forma a superar a estagnação da economia mundial, bem como a desanuviar as relações internacionais.

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De acordo com o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, a cimeira do G7 em Biarritz, cidade balnear do sudoeste da França, decorre numa altura em que muitas questões pendentes desestabilizam as relações internacionais.

Entre estas, o aquecimento climático, a desflorestação da Amazónia, encorajada pelo actual executivo brasileiro, a guerra comercial sino-americana, o conflito sírio, assim como a retirada dos Estados Unidos do acordo sobre o programa nuclear iraniano, que desencadeou a escalada da tensão em todo o Médio-Oriente.

Emmnuel Macron teve um almoço improvisado com o seu homólogo americano, Donald Trump, sublinhou que é preciso apaziguar os ânimos entre a Europa e os Estados Unidos e no mundo em geral, de modo a procurar soluções para os problemas económicos e climáticos. Trump reconheceu que de vez em quando norte-americanos e europeus não estão de acordo, mas que isso é normal.

O chefe de Estado americano, declarou que os Estados Unidos e a Europa têm muito em comum.

A vaga de incêndios que tem devastado a Amazónia brasileira também está a ser discutida pela França com os seus parceiros do G 7 ,em particular com a Alemanha, o Canadá e o Reino Unido.

Segundo o Presidente Emmanuel Macron, a França como único país do G7 a ter uma fronteira com o Brasil, precisamente na região amazónica, está deveras preocupada com a desflorestação e a destruição do habitat, em curso, no seu vizinho brasileiro.

Falando do farol de Biarritz, Macron destacou as divergências existentes, sobretudo entre a Europa e os Estados Unidods no que diz respeito às mudanças climáticas, e exortou a comunidade internacional a unir-se para preservar os oceanos, assim como a floresta que está a arder na Amazónia.

 

O Primeiro-ministro britânico Boris Johnson , aproveitou igualmente o primeiro dia do G7 de Biarritz para voltar a pedir aos seus parceiros europeus para excluirem do acordo do Brexit o backstop entre a Irlanda do Norte, província britânica , e o Eire (República da Irlanda) que fará com que, uma vez saídos da União Europeia, os cidadãos do Reino Unido sejam submetidos aos controlos, na fronteira entre as duas Irlandas.

Johnson, que participa no primeiro G7, desde que assumiu a chefia do Governo britânico, declarou que o seu país deseja um Brexit com acordo, mas que para isso a União Europeia deve excluir o referido backstop.

 

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