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Direito/Cabo Verde

Caso Arnaldo Silva: PGR de Cabo Verde refuta acusações de politização

Supremo Tribunal de Justiça de Cabo Verde
Supremo Tribunal de Justiça de Cabo Verde Liliana Henriques / RFI

Acusado de ter uma postura política em vez de aplicar a justiça para todos, o Ministério Público de Cabo Verde reagiu por intermédio do Procurador-Geral da República, Óscar Tavares. Referindo-se ao caso Arnaldo Silva, antigo bastonário da Ordem dos Avogados alegadamente implicado num esquema de corrupção, Tavares sublinhou que nenhum cidadão cabo verdiano está acima da lei.

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O antigo bastonário da Ordem dos advogados, Arnaldo Silva, acusou o Ministério Público e o próprio Procurador-Geral de estar numa actividade puramente política, no caso de investigação que levou à detençãodo ex-bastonário.

Silva teria afirmado, que a intenção, do Ministério Público,era atingir o Primeiro-Ministro.

Questionado pelos jornalistas, na cidade da Praia,na sexta-feira, o Procurador-Geral da República, Óscar Tavares garantiu que as investigações vão prosseguir, que ninguém está acima da lei e que as instituições vão funcionar normalmente.

O magistrado qualificou de absurdas as acusações do advogado Arnaldo Silva..

Lembramos que no passado dia 4 de Setembro a Polícia Judiciária deteve o advogado Arnaldo Silva, sob suspeita de crimes de burla qualificada, falsificação de documentos, organização criminosa, corrupção activa, falsidade informática e lavagem de capitais.

O antigo bastonário da Ordem dos Advogados de Cabo Verde é acusado pelo Ministério Público de crimes relativos à um processo de venda e de compra de terrenos na cidade da Praia.

Actualmente sob termo de identidade e residência,Arnaldo Silva está proibido de sair do território, assim como não é autorizado a manter contactos com outros seis suspeitos de estarem implicados no esquema de corrupção e cuja identidade não foi revelada.

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