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PORTUGAL

Madeira: maioria procura-se após eleições

Miguel Albuquerque, líder do PSD Madeira, celebra vitória nas eleições regionais de 22 de Setembro de 2019.
Miguel Albuquerque, líder do PSD Madeira, celebra vitória nas eleições regionais de 22 de Setembro de 2019. Lusa/Gregório Cunha

Em Portugal o PSD, de centro direita, perdeu de forma inédita a maioria absoluta nas eleições regionais da Madeira deste domingo. Fica tudo em aberto relativamente ao jogo de alianças que agora começa, à direita, mas também à esquerda.

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No seu discurso de vitória Miguel Albuquerque, líder do PSD Madeira, de centro direita, confirmou as conversações com o CDS PP, da direita conservadora, por forma a viabilizar uma "coligação de governo".

Desde 1976 e as autonomias dos arquipélagos portugueses que o PSD governava com maioria absoluta.

São, porém, necessários 24 deputados para o efeito.

Desta feita os laranjas ficaram-se pelos 21 deputados em 47 que conta a Assembleia legislativa regional.

Os socialistas obtiveram 19 assentos, um recorde !

Paulo Cafôfo, líder do PS local, afirmou estar "disponível para liderar uma base de entendimento" com os partidos da oposição.

E isto sem excluir o CDS-PP de conseguiu três lugares, outros 3 foram alcançados pela JPP, com a CDU a ficar-se por um único deputado.

Seria mais verosímil o PSD e o CDS viabilizaram uma aliança de 25 deputados, já que a soma dos votos socialistas e do resto da esquerda se ficaria pelos 23 deputados e parece pouco provável que o CDS prefira aliar-se à esquerda do que à direita.

Se esta lógica não imperar a soma dos votos à direita e à esquerda alcançaria um total de 26, contra os 21 do PSD que, assim sendo, não só perderia a maioria absoluta como seria relegado para a oposição, como aconteceu a nível nacional, com a legislatura que agora termina.

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