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Política/França

França-imigração: Edouard Philippe reivindica nova política

O Primeiro-ministro francês, Edouard Philippe, durante a apresentação aos media, da nova lei de imigração. Paris.6 de Novembro de 2019
O Primeiro-ministro francês, Edouard Philippe, durante a apresentação aos media, da nova lei de imigração. Paris.6 de Novembro de 2019 Charles Platiau/Reuters

O governo francês divulgou nesta quarta-feira as novas medidas sobre a imigração, com destaque para o estabelecimento de quotas profissionais e endurecimento das regras de atribuição do asilo em França. Segundo o Primeiro-ministro Edouard Philippe o objectivo da nova política de imigração é retomar o controlo da soberania.

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De acordo com os analistas franceses, o executivo de Emmanuel Macron decidiu endurecer as regras, através da nova política de imigração, que em quarenta e cinco anos foi objecto de 49 leis.

O Primeiro-ministro Edouard Philippe, que apresentou as novas medidas relativas à imigração em França, sublinhou que o significado da nova política é retomar o controlo da gestão e assumir plenamente o controlo na matéria.

Philippe que justificou as quotas profissionais e a aplicação de critérios mais severos, no que toca à atribuição do asilo e da autorização de residência concluiu que o objectivo é implementar na matéria uma política que condiza com e respeite os princípios da França.

"O significado amplo da nossa política é a soberania. Nós queremos retomar o controlo da nossa política migratória.

Retomar o controlo é expressar e assumir escolhas claras, em termos de acolhimento e de integração.

É fazer com que a atribuição das autorizações de residência, respeite os nossos principíos e objectivos, em vez de termos uma atitude passiva como foi o caso durante muito tempo.

Retomar o controlo significa que quando dissermos "sim" é "sim" e quando dissermos "não" é realmente "não" . Retormar o controlo é lutar contra o desvio do direito de asilo e contra a imigração irregular".

( Edouard Philippe )

Criticado pelos especialistas da imigração em França e por um sector da oposição, a nova lei da imigração, é vista pelos seus adversários políticos como um apelo de Emmanuel Macron aos eleitorados de direita e da extrema-direita francesa, na perspectiva das eleições municipais de 2020, bem como da presidencial de 2022.

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