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Líbia

Amnistia Internacional acusa Kadhafi e CNT de crimes de guerra

Homem suspeito de ser mercenário de Kadhafi detido pelos rebeldes líbios. 28/08/11
Homem suspeito de ser mercenário de Kadhafi detido pelos rebeldes líbios. 28/08/11 REUTERS/Youssef Boudla

A Amnistia Internacional acusou, esta terça-feira, o regime de Mouammar Kadhafi e, também, o Conselho Nacional de Transição de crimes de guerra. No relatório “A Batalha pela Líbia: Assassinatos, Desaparecimentos e Tortura”, a Amnistia Internacional expõe as violações cometidas por ambas as partes deste conflito.

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Num relatório de 122 páginas, a Amnistia Internacional expõe uma série de exemplos de violações cometidas pelo regime do coronel Mouammar Kadhafi e por elementos do Conselho Nacional de Transição (CNT). O relatório intitulado “A Batalha pela Líbia: Assassinatos, Desaparecimentos e Tortura” detalha as atrocidades cometidas na Líbia e reconhece, no entanto, que os crimes de guerra cometidos pela oposição são de “menor escala” quando comparados com os perpetrados pelos afectos ao regime de Kadhafi.

Vítor Nogueira, porta-voz da Amnistia Internacional, refere ainda que na Líbia há emigrantes africanos que estão em risco. Isto porque a sua situação de fragilidade os obrigou a apoiarem as forças do regime. Acrescenta, por fim, que as pessoas pertencentes a grupos étnicos não perto do CNT ou de pele mais escura podem ser confundidas com mercenários.

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