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Em Moçambique CNE funciona de forma "ilegal"

Áudio 05:48
Comissão Nacional de Eleições de Moçambique
Comissão Nacional de Eleições de Moçambique CNE & STAE Moçambique

Uma missão de acompanhamento eleitoral da União Europeia considera que o novo pacote eleitoral aprovado este ano pelo parlamento moçambicano reflecte os interesses particulares dos partidos políticos. A lei prevê uma presença menor dos representantes dos partidos na Comissão Nacional de Eleições- CNE- e maior representação da sociedade civil no órgão de gestão das eleições gerais previstas para 2014, uma decisão contestada pela Renamo, principal partido da posição, que pretende paridade no órgão. O constitucionalista moçambicano Gilles Cistac comenta as conclusões da União Europeia e afirma que em Moçambique a Comissão Nacional de Eleições funciona de forma "ilegal".

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