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São Tomé e Príncipe

Fim da greve dos professores em São Tomé e Príncipe

Liceu Nacional
Liceu Nacional Miguel Martins/RFI

Depois de dez dias de paralisação, os professores e educadores santomenses decidiram colocar um ponto final na greve. Ao cabo de negociações ocorridas durante o fim-de-semana nas quais participaram o Primeiro-ministro Gabriel Costa, o Ministro da educação Jorge Bom Jesus, bem como representantes do SINPRESTP, Sindicato dos Professores e Educadores de São Tomé e Príncipe, foi assinado ontem um memorando de entendimento.

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Embora os professores reclamassem um incremento salarial de 25% acabaram por aceitar a proposta governamental de 10% de aumento, o que vai representar um esforço orçamental de 100 mil euros por mês. Apesar de ter concordado com esse compromisso, Gastão Ferreira, Secretário-geral do SINPRESTP, reconhece que nem todas as reivindicações do seu sindicato foram satisfeitas.

Entre vários outros pontos do memorando rubricado neste domingo, Gastão Ferreira, Secretário-geral do SINPRESTP, refere-se também ao que foi obtido quanto à evolução da carreira docente e, ao conceder que poderá haver um período de latência no cumprimento do que ficou estipulado, declara que o governo terá que respeitar a sua palavra até ao final do ano.

 

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