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Guiné-Bissau

Tomada de posse do novo parlamento da Guiné-Bissau

Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau.
Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau. Liliana Henriques / RFI

Os deputados da Assembleia Nacional Popular da Guiné-Bissau eleitos para cumprir a nona Legislatura prestaram hoje juramento no hemiciclo que passa a ser presidido por Cipriano Cassamá, eleito com 94 votos.

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Ao prometer uma "contribuição séria do parlamento" para ajudar o país a recuperar uma boa imagem junto da comunidade internacional, o novo presidente do Parlamento Guineense considerou importante trabalhar em conjunto com as demais instituições do Estado no intuito de alcançar o levantamento do embargo internacional que tem pesado sobre a Guiné-Bissau desde o golpe de Abril de 2012. Mais pormenores com Mussa Baldé.

Também para Fafali Koudawo, reitor da Universidade "Colinas do Boé" em Bissau, a tomada de posse dos deputados é o primeiro passo para o restabelecimento da democracia no país e por isso refere que é um momento vivido simultaneamente com alívio e grande expectativa.

Antes mesmo da tomada de posse do novo parlamento, a comunidade internacional começou a dar sinais de uma vontade de normalizar progressivamente as relações com a Guiné-Bissau. Tal foi também o sinal dado hoje por Portugal, este país tendo sido o único a ser representado a nível governamental pelo seu secretário do Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação na cerimónia de investidura do novo parlamento guineense. Assim, ao salientar a importância da normalização das relações bilaterais, Luís Campos Ferreira também apelou à retoma dos voos da TAP entre Bissau e Lisboa, uma rota cortada há meses, após a polémica em torno do transporte irregular de cidadãos sírios de Bissau para Lisboa num voo da companhia portuguesa.

 

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