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CABO VERDE/ÁFRICA OCIDENTAL

Risco de ébola em Cabo Verde é "real"

Equipa de combate ao Ébola na Libéria
Equipa de combate ao Ébola na Libéria REUTERS/Samaritan's Purse

Ministra da Saúde de Cabo Verde aconselhou hoje os cidadãos nacionais e estrangeiros residentes no arquipélago a evitarem deslocar-se aos países afectados pela epidemia do Ébola. Em caso de ser impossível evitar a viagem, as autoridades sanitárias devem ser contactadas antes e depois da viagem alerta Cristina Fonte Lima.  

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Por ora só a Guiné Conacri, a Serra Leoa e a Libéria registaram casos de Ébola, foram notificados cerca de 1 600 casos com registo de 900 mortos.

A este grupo junta-se a Nigéria que conta com quatro casos registados.

Esta febre hemorrágica, surgida na actual República democrática do Congo, em 1976 tem uma alta letalidade. A epidemia em curso na África ocidental tem levado à suspensão de muitos vôos de companhias aéreas para os países em causa.

O director-geral da saúde de Cabo Verde admite que o risco para Cabo Verde existe pelo facto de os países vizinhos apresentarem casos. António Pedro Delgado afirmou ainda que "não se sabe a que momento pode uma pessoa contagiada, ainda sem doença, vir para Cabo Verde fazer a sua vida normal e, de repente, criar um foco de doença".

Foi reforçada, por isso, a vigilância nos portos e aeroportos do arquipélago como afirmou a ministra cabo-verdiana da saúde, Cristina Fontes Lima.

Augusto Oliveira, em serviço especial para a RFI, a partir de Cabo Verde, tem mais informação.

De realçar que outro arquipélago afro-lusófono, São Tomé e Príncipe, anunciou ter tomado medidas preventivas para evitar o contágio do vírus Ébola, nomeadamente controlos nos portos e aeroportos.

 

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