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UNAC denuncia regresso das plantações coloniais a Moçambique

Áudio 06:54
Para a UNAC, além de prejuízos materiais, os camponeses também sofrem o impacto ambiental da implementação desses projectos.
Para a UNAC, além de prejuízos materiais, os camponeses também sofrem o impacto ambiental da implementação desses projectos. Erico Waga/GRAIN

A UNAC, União Nacional dos Camponeses de Moçambique, e uma ONG espanhola, a GRAIN, divulgaram recentemente um relatório intitulado "Os usurpadores de terras do Corredor de Nacala" dando conta da usurpação de cerca de 1,5 milhões de hectares de terra no norte de Moçambique, o que coloca em risco o modo de vida de cerca de 4,5 milhões de famílias de camponeses. De acordo com este documento, a usurpação de terrenos envolve nomeadamente autoridades moçambicanas até ao mais alto nível e grandes empresas portuguesas como a Américo Amorim ou o grupo Espírito Santo. Ao começar por evocar a já conhecida polémica em torno do ProSavana, Vicente Adriano, chefe de equipa de advocacia e comunicação na UNAC denuncia outros casos de usurpação de terrenos.

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