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Convidado

Chefes de Estado e de Governo do Euro à cabeceira da Grécia

Áudio 11:01
Reunião do Eurogrupo e FMI, antes da cimeira de chefes de estado e de governo, de 22 de junho, em Bruxelas, sobre a crise da Grécia.
Reunião do Eurogrupo e FMI, antes da cimeira de chefes de estado e de governo, de 22 de junho, em Bruxelas, sobre a crise da Grécia. REUTERS/Emmanuel Dunand

No espaço Convidado, desta segunda-feira, 22 de junho, a crise da dívida Grécia, analisada, por Fernando Alberto Barbosa Rodrigues, Especialista de desenvolvimento social e Mediação de conflitos, em Madrid.Efectivamente, os ministros das finanças do Eurogrupo, a Comissão europeia, o FMI,e o Banco Central europeu, reunidos, hoje, em Bruxelas, não chegaram a acordo, sobre a resolução da dívida grega, marcando, um novo encontro para os próximos dias, e ao mesmo tempo, deixar, que a cimeira extraordinária dos Chefes de Estado e de Governo da Zona euro, neste mesmo dia, na capital belga, dê luz verde, para a solução da crise da Grécia."Eu suponho que sim, enfim, temos que esperar, confiadamente, porque, não creio, que a solução, seja outra; não creio que a solução seja, que a Grécia, abandone, o euro, porque, isso, levaria, por exemplo, ao facto, de que Portugal, também, saísse, imediatamente,  um país resgatado, também, e eu creio, que há que esperar, serenamente, que os Chefes de estado da Europa, tenham, digamos, o sentido, de mediar."Palavras, do português,  Fernando Alberto Barbosa Rodrigues, Especialista de desenvolvimento social e Mediação de conflitos, num Centro de investigação independente, na capital espanhola, e ex-Professor, na Universidade de Madrid, em Espanha.

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