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GÂMBIA

Gâmbia vira a página Jammeh

Antigos guardas da segurança de Yahya Jammeh no Aeroporto de Banjul, 21 de Janeiro de 2017
Antigos guardas da segurança de Yahya Jammeh no Aeroporto de Banjul, 21 de Janeiro de 2017 Reuters

Na Gâmbia as forças da CEDEAO tentam restabelecer a segurança visando o regresso ao país do presidente Adama Barrow, actualmente no Senegal, e isto após a saída este fim de semana do presidente cessante Yahya Jammeh, exilado na Guiné Equatorial.

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O Palácio presidencial gambiano está sob controlo das tropas da CEDEAO que foram bem recebidas pela população e militares.

Yahya Jammeh negociara uma lei de amnistia tendo conseguido um avião de carga para transportar múltiplos objectos pessoais e veículos de luxo.

Dezenas de cabeças de gado foram transportadas para a sua fazenda gambiana, ovelhas e camelos.

A CEDEAO está agora a tentar negociar com os últimos fieis a Yahya Jammeh no feudo do ex homem forte da Gâmbia, por forma a evitar qualquer derramamento de sangue.

Allen Yero Embaló está em Banjul e relata-nos as primeiras horas da Gâmbia da era pós Jammeh.

YAHYA JAMMEH / TPI 

O Presidente cessante Yahya Jammeh está pois na Guiné Equatorial, país que não assinou o Tratado de Roma que cria o Tribunal Penal Internacional pelo que não vai extraditar Jammeh.

Este país membro da CPLP, não cumpre o prometido aquando da sua adesão à comunidade lusófona e viola sistematicamente os direitos humanos como denuncia Pedro A. Neto, director executivo da Amnistia Internacional em Portugal que afirma "Yahya Jammeh encontrou na Guiné Equatorial um sítio seguro para se resguardar e poder fugir à justiça e responder por aquilo que fez enquanto governou a Gâmbia...é necessário que os países da CPLP começem ou continuem...a pressionar a Guiné Equatorial para que de facto seja cumpridora de direitos humanos e para não ser abrigo para antigos ditadores".

A Amnistia Internacional lança ainda um apelo ao novo Presidente gambiano Adama Barrow que "cumpra com as grandes promessas que fez de libertar os prisioneiros políticos, anular as leis repressivas e de trazer de volta a Gâmbia ao TPI".

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