Acesso ao principal conteúdo
Quénia

Quénia: tensão em véspera de eleições gerais

Material eleitoral
Material eleitoral Reuters/Baz Ratner

O Quénia vive um período de grande tensão depois do assassínio de Chris Msando, responsável da comissão eleitoral. A população teme o regresso da violência pós-eleitoral que em 2007-2008 fez mais de 1100 mortos.

Publicidade

A tensão é grande no país em véspera de eleições gerais, com destaque para as presidenciais. Na corrida à cadeira do poder, estão dois principais candidatos, o presidente cessante Uhuru Kenyata e o líder da oposição Raila Odinga. As acusações entra ambos são reciprocas e a oposição acusa ainda Kenyata de preparar fraudes eleitorais

A campanha foi relativamente calma até ao ataque à residência do vice-presidente William Ruto, a 29 de Julho, e ao assassínio de Chris Msando, supervisor do sistema informático eleitoral, cujo corpo foi encontrado com vestígios de tortura. A morte de Msando chocou os quenianos e trouxe à memória a violência de há dez anos além de ter levantado inúmeras questões sobre a segurança do sistema de voto.

Para tentar acalmar a população, Nairobi anunciou o destacamento de 180 mil membros das forças de segurança para o bom funcionando das eleições.

De relembrar que nas eleições gerais de 2007, a violência político-étnica pós-eleitoral tirou a vida a mais de 1100 pessoas e fez mais de 600 mil deslocados.

Silvério Ronguane, analista político moçambicano, acredita que apesar dos receios, o sufrágio de amanhã irá decorrer com normalidade e será um exemplo para a região.

Silvério Ronguane, analista político moçambicano

NewsletterReceba a newsletter diária RFI: noticiários, reportagens, entrevistas, análises, perfis, emissões, programas.

Acompanhe toda a actualidade internacional fazendo download da aplicação RFI

Página não encontrada

O conteúdo ao qual pretende aceder não existe ou já não está disponível.