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ONU: face à violência os capacetes azuis têm que ter capacidade de resposta

Áudio 04:16
António Guterres, secretário-geral da ONU durante uma entrevista com a RFI, à margem da 30ª Cimeira de chefes de Estado da União Africana em Addis Abeba
António Guterres, secretário-geral da ONU durante uma entrevista com a RFI, à margem da 30ª Cimeira de chefes de Estado da União Africana em Addis Abeba RFI/Richard Riffonneau

Desde 2013, 195 capacetes azuis foram mortos enquanto executavam o mandato da ONU, 56 perderam a vida em 2017, nomeadamente no Mali e na República Democrática do Congo.A informação consta do relatório das Nações Unidas que avaliou as operações no terreno, coordenado pelo general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz, que foi publicado na semana passada. No documento pode ler-se igualmente que as forças de manutenção da paz se tornaram num alvo fácil e que não estão adaptadas às ameaças modernas.O secretário-geral da ONU, António Guterres, que marcou presença na 30ª Cimeira de chefes de Estado da União Africana em Addis Abeba, reconhece que face à violência crescente os capacetes azuis têm que ter capacidade de resposta.

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