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Imprensa Semanal

Holofotes apontam para "o jogo Keita VS Cissé"

Áudio 04:25
Capas dos semanários franceses.
Capas dos semanários franceses. RFI

Em editorial da revista Jeune Afrique François Soudan contraria o que ele chama de "tendência para olhar para as eleições em África partindo das imperfeições, como se a via eleitoral não fosse natural nas sociedades africanas e que o acto eleitoral trouxesse mais problemas do que resoluções". Esquecemo-nos que a fase da institucional do modelo democrático na Europa levou um século a implementar-se escreve em editorial, mas fechamos sobretudo os olhos aos progressos que fez o continente quanto a credibilidades nos processos eleitorais e a prova, prossegue, as eleições de 29 e 30 de Julho no Mali e Zimbabué, dois países onde a segurança é precária e, no entanto, em Bamaco e Harare os candidatos puderam livremente conduzir as campanhas.A mesma revista traça o perfil do "terceiro homem" o antigo quadro da UNITA. Abel Chivukuvuku fundou a coligação para acabar com o domínio dos antigos grupos armados. O objectivo : reunir a oposição para as eleições de 2020. Grande leitor e com ambição, Abel Chivukuvuku nasceu em Luvemba na província do Huambo, aos 17 anos junta-se ao líder da UNITA- Jonas Savimbi - como fizeram a maioria dos jovens da região. O próximo desafio de Abel Chivukuvuku vai ser o de convencer a Unita de formar uma frente comum nas nas primeiras eleições locais em 2020."Nos bastidores do Palácio de ferro" em Luanda a fundação Sindika Dokolo abriga exposições, ateliers do artista Ferando Alvim e alguns rancores. Quanto ao regresso de obras africanas saqueadas? "É um assunto de Estados e não de privados" afirma Fernando Alvim e prossegue "não é porque a fundação se chama Sindika Dokolo que é Sindika Dokolo e não é porque um palácio foi atribuído a Eiffel que é de facto de Eiffel".

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