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Mauritânia

Mauritanianos votaram hoje para renovar Parlamento

Eleirtores votando nas eleições legislativas, regionais e locais, de 1 de setembro 2018, na Mauritânia
Eleirtores votando nas eleições legislativas, regionais e locais, de 1 de setembro 2018, na Mauritânia AHMED OULD MOHAMED OULD ELHADJ / AFP

Os mauritanianos votaram hoje no quadro de eleições legislativas, regionais e locais, marcadas por problemas de organização, eleições que constituem um teste para o regime do presidente do  presidente, Mohamed Ould Abdel Aziz, a menos de um ano das presidenciais de 2019.    

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As assembleias de voto abriram logo às 7 da manhã deste sábado em todo o território da Mauritânia, para os eleitores exercerem o seu direito de voto em eleições legislativas, regionais e locais.

Mas certos eleitores ficaram desorientados perante mudanças de última hora não sabendo onde votar, segundo a agência noticiosa francesa, AFP.

Depois de ter votado numa mesa duma assembleia de voto da capital, Nuakchotte, o presidente, Aziz, mostrou-se satisfeito com o "carácter pacífico e democrático" da campanha, apesar de desentendimentos entre a maioria e a oposição.

"Há eleitores desorientados, que não sabem onde votar", deplorou um líder da oposição, Mohamed Ould Moloud, evocando "dificuldades organizacionais importantes que complicam o voto e sinais claros de possbilidades de fraudes".

Contrariamente a precedentes eleições de 2013, a oposição decidiu participar desta vez o que fez que estas eleições contaram com 98 partidos políticos em liça na primeira volta.

Os primeiros resultados são esperados para a próxima semana e caso haja uma segunda volta, ela ocorrerá, a 15 de setembro. 

Estas eleições são tidas como um teste ao presidente Aziz, a menos de um ano das eleições presidenciais de meados de 2019.

Apesar do seu compromisso em não modificar a constituição que estipula que há um limite de dois mandatos presidenciais, a oposição continua a afirmar que o presidente pode ser levado a alterar as regras constitucionais.

Do seu lado, o poder insiste que o país voltou a crescer economicamente e que a pobreza foi diminuida dos 40% de 2008 para 31% actualmente numa Mauritânia com uma população de 4 milhões de habitantes com uma taxa de alfabetização extremamente baixa.

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