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Guiné Bissau

Guiné Bissau à espera de "kits" e financiamento para eleições

Foto do mural Facebook de Alexandra Sofia Pimentel Mendes do MGD sobre processo eleitoral na Guiné Bissau
Foto do mural Facebook de Alexandra Sofia Pimentel Mendes do MGD sobre processo eleitoral na Guiné Bissau DR/Mural Facebook

Os guineenses vão às urnas a 18 de novembro para renovarem os deputados da Assembleia nacional, mas ainda há problemas de logística a nível do processo eleitoral e falta financiamento para essas eleições. Os kits eleitorais vão chegando a conta-gotas.

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Há já a data de 18 de novembro para eleições legislativas na Guiné Bissau, mas ninguém sabe como vão ser financiadas, porque os parceiros internacionais, ainda não desbloquearam as verbas necessárias para esse escrutínio.

A nível logístico, há também problemas com a organização do processo eleitoral, nomeadamente com o recenseamento eleitoral que não arranca e o país continua à espera dos "kits eleitorais" que possam cobrir todas as regiões da Guiné Bissau.

Houve promessas de países amigos como Timor-Leste, Nigéria ou Cabo Verde de enviar "kits" mesmo que "temporariamente", mas o certo, é que ninguém na Guiné Bissau está em condições de dizer se haverá "kits" o suficiente para todo o país.

O primeiro-ministro guineense, Aristides Gomes, garantiu, na passada semana, que os "kits", estariam no país, na última sexta-feira, mas o que se dizia esta segunda-feira em Bissau era de que não chegaram como o prometido.

Alexandra Sofia Pimentel Mendes, vice-presidente do MGD, Movimento guineense para o desenvolvimento, fala-nos destes percalços eleitorais e também do seu jovem partido que já está preparado para o escrutínio de 18 de novembro. 

 

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