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Cultura/França

Pongo rock nas Trans Musicais de Rennes

Pongo ao vivo na  quadragésima edição das  Trans Musicales .Rennes 06 de Dezembro de 2018
Pongo ao vivo na quadragésima edição das Trans Musicales .Rennes 06 de Dezembro de 2018 L.Silva/RFI

O segundo dia da quadragésima edição das Trans Musicais de Rennes foi marcado pela passagem do bluesman Robert Finley, da banda The Black Pumas, pela nova cena holandesa e sobretudo pelas vibrações kuduristas da angolana Pongo.

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O concerto da angolana Pongo, numa exclusividade do festival Les Trans Musicales de Rennes, estava horas antes nas bocas e ouvidos, da capital da Bretanha francesa.

Encarnada em rocker, acompanhada por um DJ e um baterista, Pongo entrou em palco, cerca da meia-noite e vinte, diante de uma sala abarrotada do Parque de Exposições de Rennes.

O concerto de uma hora, caracterizou-se pela cadência frenética de um kuduro em formato de rock, que recicla tradições angolanas como o kabetula, a rebita e tendências mais contemporâneas como o semba, a house music, o funk, o hip-hop e outras da chamada pos-electrónica.

Pongo, chegou, viu, foi vista e aplaudida, e propulsou para outras esferas o kuduro dos anos dois mil e dez.

Antes do seu concerto, Pongo resumiu-nos a importância da sua participação num evento com a dimensão internacional e artística de Les Trans Musicales de Rennes.

Entre o makossa, o rock ,o funk, o afrobeat, a tradição folk e a energia do bikutsi, os Bafang, duo franco-camaronês formado pelos irmãos Lancelot na guitarra e bateria destacou-se igualmente com os seus riffs e uma roupagem pesada que nos faz lembrar a época dos Power trios.

Nesta sexta-feira, os holofotes convergirão nomeadamente para o tradicional rapper Morena Leraba do Lesotho, a cantora Muthoni Drummer Queen do Quénia, bem como os nova-iorquinos do colectivo Underground System, que revisitam afrobeat ,funk e ritmos afro-latinos.

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