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COP24

COP24: CIDSE lança "Energia para Mudar"

O documentário “Energy to Change”  fala sobre sustentabilidade energética.
O documentário “Energy to Change” fala sobre sustentabilidade energética. CIDSE

Estreia mundial do documentário “Energy to Change” na COP24 em Katowice, Polónia. Um trabalho da CIDSE sobre sustentabilidade energética.

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A Aliança Internacional de Agências de Desenvolvimento Católico (CIDSE) já tinha lançado em Dezembro de 2017 o documentário “Histórias de Mudança”, sobre acesso, produção e direito à alimentação.

No “Energy to Change” ("Energia para Mudar") os protagonistas estão unidos pela vontade de mudar a produção e consumo de energia.

No lançamento da película, em Katowice, a RFI encontrou Pedro Franco daorganização não-governamental para o desenvolvimentoportuguesa Fundação Fé e Cooperação.

A Fundação Fé e Cooperação está na COP24 integrada na CIDSE, uma aliança de organizações católicas para o desenvolvimento. Participam na campanha “Change for the planet, care for the people” - mudar pelo planeta e cuidar das pessoas - inspirado na doutrina social da Igreja mais recente, na encíclica “Laudato si” do Papa Francisco”, explicou Pedro Franco.

Sobre o documentário, o responsável da FEC refere que “a ecologia integral, como diz o Papa Francisco, não trata do planeta isoladamente mas das pessoas que nele habitam. O nosso propósito é mostrar que o poder também está nas mãos das pessoas, de trazer essa mudança que será mais sustentável, digna e justa”.

Questionado sobre o fosso entre a ciência e as decisões tomadas no campo das alterações climáticas, Pedro Franco sublinha que “quando olhamos para alguns decisores políticos que querem ignorar o relatório do IPCC [Intergovernmental Panel on Climate Change - Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas] sobre alterações climáticas, de facto isso parece acontecer. Enquanto ongd [organização não-governamental para o desenvolvimento] inspirada pela doutrina social da Igreja, tentamos chegar a um público cada vez maior para que também possa partir das pessoas esta vontade política. (…) Acreditamos muito nesta componente da educação para o desenvolvimento como eventual promotora da diminuição deste fosso que existe entre o que a ciência nos tem vindo a dizer e as decisões que efectivamente são tomadas”.

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