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Egipto

Natal copta com acto terrorista na capital do Egipto

Presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sissi e Papa copta Tawadros II, na inauguração da catedral perto do Cairo, no Natal copta, 6 de janeiro de 2019
Presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sissi e Papa copta Tawadros II, na inauguração da catedral perto do Cairo, no Natal copta, 6 de janeiro de 2019 MOHAMED EL-SHAHED / AFP

No Egipto, ameaças e actos de terrorismo, marcaram o Natal copta, com a morte ontem de um polícia que tentava desactivar uma bomba, perto da igreja do Cairo. O ataque ainda não foi reivindicado mas poderia estar ligado ao movimento terrorista estado islâmico. Este Natal copta é marcado também com o presidente Abdel Fatah El Sisi, a inaugurar o que passará a ser a maior catedral do Médio Oriente.

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O Natal Copta celebra-se hoje e está, mais uma vez, a ser marcado por ameaças de terrorismo. Uma delas concretizou-se ontem com a morte de um polícia ao tentar desarmadilhar uma bomba.

O explosivo foi largado num telhado ao lado de uma igreja no Cairo e o rebentamento provocou também três feridos graves.

Este ataque não foi ainda reivindicado, mas está provavelmente ligado a uma organização próxima do estado islâmico que opera a partir do Egipto.

Tem havido segurança muito apertada à volta de igrejas e mosteiros especialmente nos últimos dias, mas isto não significa que a comunidade cristã egípcia se sinta menos insegura e menos apreensiva.

A quadra natalícia copta deste ano está também a ser marcada pela inauguração, pelo presidente Abdel Fatah El Sisi, do que passará a ser a maior catedral do Médio Oriente.

A nova basílica foi construída a 50 km do Cairo, no complexo que passará a ser a nova capital do Egipto.

Com este projecto, o presidente Sisi está a tentar enviar uma mensagem de reunificação e tolerância entre muçulmanos e a congregação de 10 milhões de coptas que perfazem 10% da população do Egipto.

Pedro Costa Gomes, correspondente, no Cairo.

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