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OMC/ África

OMC terá de olhar para África doutra maneira

O director-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevedo (imagem de ilustração).
O director-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevedo (imagem de ilustração). Captura de vídeo World Trade Organization

Em Addis Abeba, o director- geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevedo, evocou hoje a questão do Continente africano. Entrevistado por Rafael Belicanta, sublinhou que África sempre foi considerado o celeiro do Mundo, mas vai ser preciso que a OMC mude a sua maneira de olhar para esse Continente. 

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O director- geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Roberto Azevedo, participou, nesta terça-feira, na primeira Conferência Internacional sobre Segurança Alimentar, organizada por diversas agências das Nações Unidas, na sede da União Africana em Addis Abeba, na Etiópia.

Em entrevista a Rafael Belicanta, da redacção brasileira da  RFI, Roberto Azevedo afirmou que "o comércio global desempenha um papel fundamental para tirar as pessoas da pobreza", mas criticou as medidas isolacionistas de alguns governos, "cujas motivações estratégicas e políticas acabam por ter um impacto negativo na área comercial".

Falando do Continente africano, Roberto Azevedo lembrou que - para a OMC - a questão sanitária, em África, é uma grande preocupação. “Saindo daqui, da União Africana, a gente encontra pela rua todos os mercados, e é ali realmente que a segurança alimentar precisa chegar”.

Por outro lado, o líder da OMC explicou também que, para resolver a maior parte dos problemas do Continente africano, será necessária uma abordagem completamente diferente. “Diz-se que África é o celeiro do Mundo. Mas é preciso que a OMC veja com outros olhos o que acontece nesse Continente", sublinhou.

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