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FESTIVAL DE CINEMA DE CANNES

África presente no Festival de Cannes

Realizdora franco-senegalesa Mati Diop (centro) a 16 de Maio de 2019 em Cannes, para a exibição do seu filme "Atlântico".
Realizdora franco-senegalesa Mati Diop (centro) a 16 de Maio de 2019 em Cannes, para a exibição do seu filme "Atlântico". REUTERS/Eric Gaillard

Apenas um filme africano, "Atlântico" de Mati Diop, integrou este ano a competição do Festival de cinema de Cannes onde ainda assim outros filmes integraram as várias secções paralelas, sobretudo do norte do continente.

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Para além da história de migrantes e de fantasmas da franco-senegalesa Mati Diop, Atlântico, em competição, outro filme versou sobre a África ao sul do Sahara.

"Kongo", na mostra ACID, filme de Hadrien La Vapeur e Corto Vaclav, é a história em Brazzaville de um homem acusado de feitiçaria.

No  norte do continente o marroquino Alaa Eddine Aljem propunha, na Semana da crítica, "The unknown saint" (O santo desconhecido).

Um homem determinado em recuperar o dinheiro que enterrara num local que, entretanto, se tornou recinto de peregrinação em torno da sepultura de um santo.

O argelino Amin Sidi-Boumédiène, por seu lado, nesta mesma mostra, em "Abou Leila" revela a travessia do deserto de dois amigos à busca de um terrorista.

Por seu lado a egípcia Nada Riyadh na curta metragem "Fakh" aborda os meandros da ruptura amorosa.

Já na Quinzena dos realizadores o tunisino Ala Eddine Slim realiza com "Tlamess" uma obra versando sobre personagens que desaparecem sem deixar rasto.

África não deixa de marcar presença num dos maiores certames de cinema do mundo.

Mais pormenores aqui.

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